Mostrando postagens com marcador cadeira de rodas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cadeira de rodas. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de setembro de 2026

Ser Cadeirante Júnior

180926 - Para ser cadeirante com “C” maiúsculo é preciso ter experiência, ou seja, ser um cadeirante sênior. Eu, como cadeirante júnior, tenho que relatar minha inexperiência, por isso júnior, nessa hierarquia.


Pensava eu, que a cadeira de rodas me daria liberdade. Deu, mas não tanto como imaginei que daria.


A princípio, um parkinsoniano como eu, deve ter duas cadeiras. Uma “manual” e uma elétrica. Elétrica para que acompanhe o Chico (um cãozinho Lhasa Apso) de +/- uns 6 anos, muito querido, achado abandonado no lago do Braço Morto, aqui em Imbé-RS.


Pensando em cadeira de rodas, pensei no Imbé, que fica no litoral norte gaúcho, local plano, próprio para cadeira de rodas. Só não contava com o pavimento...


Quebrei dois garfos na queda em buracos e desníveis do passeio. O lago Braço Morto é um antigo braço do Rio Tramandaí que, após a fixação da barra daquele, com o enrocamento, serviria como um pequeno porto de apoio aos navios petroleiros que descarregam petróleo destinado a Canoas, passando pelo Tedut, em Osório


Contornando o lago Braço Morto, tem um pequeno passeio pavimentado com blocos cimentados tipo Pavi-S ou em I. Desgastados pelo tempo. Sob o efeito de raízes que as desnivelam.


A escolha da cadeira é um passo importante. Deve ser leve (a minha tem 34kg) e facilmente transportável.


A segunda cadeira é para quando a elétrica estiver carregando, em manutenção ou quando tiver que sair de carro, pelo peso da outra que é quase impossível colocá-la ou tirá-la do porta-malas do carro.

Primeira lição cadeira boa é a leve que tu vais usar mais.