sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Instabilidade postural

 Na Doença de Parkinson a instabilidade postural aparece na fase intermediária para avançada da doença.Pela escala mais usada, a de Hoehn & Yahr, funciona assim:Estágios 1 e 2 - Fase Inicial:

Sintomas de um lado só do corpo, ou dos dois lados, mas sem alteração do equilíbrio. A pessoa ainda consegue se recuperar sozinha se for empurrada.Estágio 3 - É aqui que ela surge:

É o marco clássico. Começa a dificuldade para manter o equilíbrio ao virar, ao ser puxado levemente para trás (o médico faz o teste do "puxão"), maior risco de quedas. A pessoa ainda é independente, mas já precisa de mais cuidado.Estágios 4 e 5 - Fase Avançada:

Instabilidade postural grave. Necessidade de auxílio para andar, quedas frequentes, risco de ficar restrito à cadeira ou cama.Por que demora a aparecer?No Parkinson, os primeiros sintomas são geralmente tremor, lentidão (bradicinesia) e rigidez. A instabilidade postural vem depois porque depende do comprometimento de outros sistemas cerebrais além da dopamina - sistemas que controlam os reflexos automáticos de equilíbrio.Por isso ela é um sinal de progressão e um dos critérios que diferencia o Parkinson de outras causas de parkinsonismo.Se for para você ou alguém da sua família, é importante conversar com o neurologista / médico assistente para avaliação do estágio e para orientação sobre fisioterapia e prevenção de quedas, que são fundamentais a partir do estágio 3.Na Doença de Parkinson a instabilidade postural aparece na fase intermediária para avançada da doença.Pela escala mais usada, a de Hoehn & Yahr, funciona assim:Estágios 1 e 2 - Fase Inicial:

Sintomas de um lado só do corpo, ou dos dois lados, mas sem alteração do equilíbrio. A pessoa ainda consegue se recuperar sozinha se for empurrada.Estágio 3 - É aqui que ela surge:

É o marco clássico. Começa a dificuldade para manter o equilíbrio ao virar, ao ser puxado levemente para trás (o médico faz o teste do "puxão"), maior risco de quedas. A pessoa ainda é independente, mas já precisa de mais cuidado.Estágios 4 e 5 - Fase Avançada:

Instabilidade postural grave. Necessidade de auxílio para andar, quedas frequentes, risco de ficar restrito à cadeira ou cama.Por que demora a aparecer?No Parkinson, os primeiros sintomas são geralmente tremor, lentidão (bradicinesia) e rigidez. A instabilidade postural vem depois porque depende do comprometimento de outros sistemas cerebrais além da dopamina - sistemas que controlam os reflexos automáticos de equilíbrio.Por isso ela é um sinal de progressão e um dos critérios que diferencia o Parkinson de outras causas de parkinsonismo.Se for para você ou alguém da sua família, é importante conversar com o neurologista / médico assistente para avaliação do estágio e para orientação sobre fisioterapia e prevenção de quedas, que são fundamentais a partir do estágio 3.Na Doença de Parkinson a instabilidade postural aparece na fase intermediária para avançada da doença.Pela escala mais usada, a de Hoehn & Yahr, funciona assim: Estágios 1 e 2 - Fase Inicial:

Sintomas de um lado só do corpo, ou dos dois lados, mas sem alteração do equilíbrio. A pessoa ainda consegue se recuperar sozinha se for empurrada. Estágio 3 - É aqui que ela surge:

É o marco clássico. Começa a dificuldade para manter o equilíbrio ao virar, ao ser puxado levemente para trás (o médico faz o teste do "puxão"), maior risco de quedas. A pessoa ainda é independente, mas já precisa de mais cuidado. Estágios 4 e 5 - Fase Avançada:

Instabilidade postural grave. Necessidade de auxílio para andar, quedas frequentes, risco de ficar restrito à cadeira ou cama.Por que demora a aparecer? No Parkinson, os primeiros sintomas são geralmente tremor, lentidão (bradicinesia) e rigidez. A instabilidade postural vem depois porque depende do comprometimento de outros sistemas cerebrais além da dopamina - sistemas que controlam os reflexos automáticos de equilíbrio.Por isso ela é um sinal de progressão e um dos critérios que diferencia o Parkinson de outras causas de parkinsonismo.Se for para você ou alguém da sua família, é importante conversar com o neurologista / médico assistente para avaliação do estágio e para orientação sobre fisioterapia e prevenção de quedas, que são fundamentais a partir do estágio 3.Na Doença de Parkinson a instabilidade postural aparece na fase intermediária para avançada da doença.Pela escala mais usada, a de Hoehn & Yahr, funciona assim: Estágios 1 e 2 - Fase Inicial:

Sintomas de um lado só do corpo, ou dos dois lados, mas sem alteração do equilíbrio. A pessoa ainda consegue se recuperar sozinha se for empurrada. Estágio 3 - É aqui que ela surge:

É o marco clássico. Começa a dificuldade para manter o equilíbrio ao virar, ao ser puxado levemente para trás (o médico faz o teste do "puxão"), maior risco de quedas. A pessoa ainda é independente, mas já precisa de mais cuidado. Estágios 4 e 5 - Fase Avançada:

Instabilidade postural grave. Necessidade de auxílio para andar, quedas frequentes, risco de ficar restrito à cadeira ou cama.Por que demora a aparecer? No Parkinson, os primeiros sintomas são geralmente tremor, lentidão (bradicinesia) e rigidez. A instabilidade postural vem depois porque depende do comprometimento de outros sistemas cerebrais além da dopamina - sistemas que controlam os reflexos automáticos de equilíbrio.Por isso ela é um sinal de progressão e um dos critérios que diferencia o Parkinson de outras causas de parkinsonismo.Se for para você ou alguém da sua família, é importante conversar com o neurologista / médico assistente para avaliação do estágio e para orientação sobre fisioterapia e prevenção de quedas, que são fundamentais a partir do estágio 3.Fonte:IA.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Doença de Parkinson pode não começar no cérebro, indica estudo

11/07/2026 - Tradicionalmente associada a danos neurológicos no cérebro devido a uma queda drástica na produção de dopamina, a doença de Parkinson pode, na verdade, começar em outra parte inesperada do corpo: os rins.

A descoberta foi feita por uma equipe da Universidade de Wuhan, na China, e publicada na revista Nature Neuroscience. O estudo realizado pelos cientistas se concentra especialmente na proteína alfa-sinucleína (α-Syn), intimamente associada ao Parkinson. Quando a produção desregulada cria aglomerados de proteínas malformadas, interfere na função cerebral.

Os achados mostram que os aglomerados de α-Syn podem se acumular nos rins, bem como no cérebro. Os pesquisadores acreditam que essas proteínas anormais podem, na verdade, viajar dos rins para o cérebro, provavelmente desempenhando um papel no desencadeamento da doença.

“Demonstramos que o rim é um órgão periférico que serve como origem da α-Syn patológica”, escreveram os pesquisadores em seu artigo publicado.

Os testes em animais reforçam essas hipóteses. Camundongos com rins saudáveis eliminaram os aglomerados de α-Syn injetados, mas em camundongos com rins que não estavam funcionando, as proteínas se acumularam e eventualmente se espalharam para o cérebro. Em testes posteriores, nos quais os nervos entre o cérebro e os rins foram cortados, essa disseminação não ocorreu.

Entretanto, é importante ressaltar que o estudo apresenta algumas limitações. O número de pessoas das quais as amostras de tecido foram coletadas foi relativamente pequeno e, embora camundongos representem substitutos adequados para humanos em pesquisas científicas, não há garantia de que exatamente os mesmos processos observados nos animais estejam ocorrendo em pessoas.

Mas existem muitas descobertas interessantes que podem ser exploradas mais a fundo, o que poderia, eventualmente, auxiliar no desenvolvimento de novos tratamentos para o Parkinson e outros distúrbios neurológicos relacionados. Fonte: mundoboaforma. 

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Cuidador para Idoso com Parkinson: Quando Contratar e Como Ajuda

18/08/2026 - Um cuidador ajuda o idoso com Parkinson na mobilidade, na prevenção de quedas, na rotina de medicação (nos horários prescritos), na alimentação e na comunicação, adaptando o apoio à progressão da doença. O momento de contratar costuma chegar quando as limitações de movimento e o risco de queda tornam o dia a dia inseguro sem apoio. Conduta clínica é sempre médica.

O que muda no dia a dia com o Parkinson
A doença de Parkinson é crônica e progressiva, afetando principalmente o movimento: lentidão, rigidez, tremor e alterações de equilíbrio. Com o tempo, atividades simples — levantar, vestir-se, caminhar, comer — podem ficar mais difíceis, e o risco de quedas aumenta. Também podem surgir alterações na fala, na deglutição e no humor.

Esse caráter progressivo significa que o cuidado precisa se adaptar ao longo do tempo. O que o idoso faz sozinho hoje pode exigir apoio amanhã — e a flexibilidade é parte de um bom cuidado.

Como o cuidador apoia o idoso com Parkinson
O cuidador oferece apoio prático e seguro: auxílio à mobilidade e às transferências, prevenção de quedas, ajuda para vestir-se e na higiene, apoio na alimentação (com atenção quando há dificuldade de deglutição) e estímulo à comunicação. Um ponto sensível é a medicação: o cuidador ajuda a manter os horários prescritos, que no Parkinson são particularmente importantes.

Além do apoio físico, há o suporte emocional e a companhia. A convivência atenta permite perceber flutuações dos sintomas ao longo do dia e mudanças que merecem ser comunicadas à família e à equipe de saúde.

Prevenção de quedas e adaptação do ambiente
Como o Parkinson afeta equilíbrio e marcha, a prevenção de quedas é central. O ambiente ganha com barras de apoio, remoção de tapetes e obstáculos, boa iluminação, calçados firmes e percursos livres dentro de casa. O cuidador auxilia nos momentos de maior risco — levantar da cama, ir ao banheiro, caminhar.

Essas adaptações, combinadas com a reabilitação orientada por fisioterapeuta, ajudam a preservar a mobilidade e a autonomia pelo maior tempo possível, reduzindo o risco de fraturas e internações.

O limite entre cuidado e conduta clínica
O cuidador apoia a rotina e a segurança, mas não conduz o tratamento. Ajustes de medicação, decisões sobre a doença e reabilitação são de médicos e demais profissionais habilitados — no Parkinson, frequentemente com acompanhamento de neurologista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional.

Respeitar esse limite é parte do cuidado seguro. O cuidador observa e comunica; qualquer mudança de sintomas que sugira necessidade de reavaliação deve ser levada ao médico, não resolvida por conta própria.

Sinais de alerta e quando procurar ajuda profissional
Procure avaliação médica diante de quedas repetidas, piora importante da mobilidade, engasgos frequentes, perda de peso, dificuldade nova para engolir, sinais de infecção ou mudanças significativas de humor e cognição. Piora súbita do estado geral pede atenção sem demora; emergências devem acionar o serviço de urgência. A pontualidade da medicação prescrita deve ser mantida conforme orientação médica.

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde. Diante de sinais de alerta, procure orientação médica; em situações de emergência, acione o serviço de urgência (192/SAMU) ou leve a pessoa ao pronto-atendimento. O cuidador e a família observam e comunicam — diagnóstico, prescrição e conduta são sempre de profissional habilitado.

Respostas diretas
Como o cuidador ajuda o idoso com Parkinson?
Apoiando a mobilidade e as transferências com segurança, prevenindo quedas, ajudando na rotina de medicação nos horários prescritos (a pontualidade é importante no Parkinson), auxiliando na alimentação e na comunicação, estimulando a autonomia possível e observando mudanças para comunicar à equipe.

Quando contratar um cuidador?
Geralmente quando as limitações de movimento, o risco de quedas ou as flutuações dos sintomas tornam inseguro o idoso ficar sozinho, ou quando a família não consegue oferecer o apoio necessário. A avaliação da necessidade orienta o momento e o formato. Fonte: akallantus.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Terapia com células-tronco pronta para uso contra Parkinson recebe status de via rápida da FDA

Em estudo, tratamento demonstrou benefícios em pacientes com doença de início precoce

10 de agosto de 2026 – A *Food and Drug Administration* (FDA) dos EUA concedeu o status de "via rápida" (*fast track*) a uma terapia experimental com células-tronco para a doença de Parkinson.

O XS411 é uma terapia pronta para uso, projetada para substituir células nervosas produtoras de dopamina perdidas e restaurar a função neurológica nos pacientes.

O tratamento candidato está sendo testado atualmente para Parkinson em estágio inicial em um ensaio clínico na China.

Uma terapia com células-tronco pronta para uso (*off-the-shelf*), projetada para substituir as células nervosas perdidas na doença de Parkinson e restaurar a função neurológica, foi incluída em um programa de desenvolvimento acelerado (*fast track*) pela FDA dos EUA.

A FDA concedeu o status de via rápida — uma designação que pode significar um caminho mais célere na análise regulatória caso os dados clínicos sejam positivos — ao XS411, que está sendo desenvolvido pela empresa chinesa Xellsmart. Ensaios clínicos já foram autorizados tanto na China quanto nos EUA para testar essa terapia injetável.

Segundo a desenvolvedora, um estudo de Fase 1/2 (NCT07166757) realizado na China demonstrou benefícios com o uso da terapia em pessoas com Parkinson de início precoce.

Em um comunicado à imprensa, a Xellsmart classificou a nova designação dos EUA como um "marco fundamental para o desenvolvimento clínico global" do XS411. Esse status proporciona uma comunicação mais frequente com a FDA e acesso à revisão contínua (*rolling review*), o que significa que partes dos dados podem ser submetidas à medida que ficam disponíveis, em vez de se aguardar a conclusão de todo o pacote de informações para solicitar a aprovação.

Pacientes submetidos a transplante de células-tronco cerebrais podem vir a utilizar medicamentos mais brandos

O XS411 foi autorizado pela FDA no ano passado para um ensaio clínico de Fase 1. O tratamento está sendo testado atualmente para Parkinson de início precoce em um único centro em Xangai. O estudo, que recrutou cerca de 90 pessoas, avalia a segurança e a eficácia da injeção de XS411 diretamente no putâmen, uma região cerebral importante afetada pela doença. A Xellsmart informou que o XS411 já avançou para a Fase 2, após dados promissores da Fase 1 demonstrarem que o tratamento foi bem tolerado e ajudou os pacientes a manterem a eficácia de suas medicações por mais tempo. Os participantes também apresentaram sintomas motores menos graves e melhor qualidade de vida, enquanto exames de imagem cerebral sugeriram que as células-tronco transplantadas sobreviveram e produziram dopamina.

A terapia com células-tronco visa substituir células nervosas perdidas

Os sintomas da doença de Parkinson surgem devido à degeneração gradual das células nervosas que produzem dopamina, um mensageiro químico que auxilia no controle dos movimentos. À medida que essas células produtoras de dopamina são perdidas, os pacientes podem apresentar tremores, rigidez e problemas de equilíbrio, entre outros sintomas.

O XS411 contém células-tronco pluripotentes induzidas, ou iPSCs. Trata-se de células adultas provenientes de um doador que foram reprogramadas para se comportarem como células-tronco, permitindo que se diferenciem em diversos tipos celulares. Neste caso, elas são transformadas em células nervosas produtoras de dopamina, também conhecidas como neurônios dopaminérgicos.

Ao serem injetadas diretamente no cérebro, espera-se que as células-tronco do XS411 amadureçam e se tornem células nervosas funcionais produtoras de dopamina, substituindo aquelas perdidas em decorrência do Parkinson. Se bem-sucedida, essa abordagem poderia melhorar a mobilidade e, possivelmente, retardar a progressão da doença, em vez de apenas tratar os  sintomas. O XS411 é produzido antecipadamente, armazenado e disponibilizado aos pacientes conforme a necessidade; daí o termo "pronto para uso" (*off-the-shelf*). Fonte: parkinsonsnewstoday.